Outra revista, a Caixin, anunciou na quinta-feira que Guo "não podia ser contactado" pela empresa desde a tarde daquele dia, o que alimentou especulações sobre uma possível investigação contra o executivo.
A notícia caiu como uma bomba. A suspensão, na sexta-feira e sem explicações, das cotações das empresas da Fosun nas Bolsas de Hong Kong e Xangai aumentou ainda mais o mistério.
A Fosun divulgou no sábado um comunicado tardio que afirmava apenas que Guo Guandchang estava "ajudando em algumas investigações das autoridades judicais".
A Caijing indica, citando "múltiplas fontes" não identificadas, que o magnata "concluiu a cooperação" com as autoridades e "retornou para casa são e salvo". Um eufemismo para sugerir que não está envolvido diretamente nas investigações.
Na China é habitual tomar conhecimento do "desaparecimento" de uma autoridade pública ou executivo de empresa antes do anúncio formal de uma investigação da polícia, das entidades reguladoras ou da poderosa autoridade anticorrupção do Partido Comunista.
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