quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

USIMINAS PODE INICIAR DEMISSÃO DE 2 MIL PESSOAS

Após o corte de cerca de 300 funcionários da CSN na última sexta-feira, o setor siderúrgico se prepara para mais uma onda de demissões. Entre o fim deste mês e o início do próximo, deve começar a dispensa de cerca de dois mil empregados da Usiminas. 
Resultado direto da paralisação de mais um alto-forno da siderúrgica — em 2015, a empresa já havia interrompido a produção em dois de seus cinco altos-fornos. Com a paralisação, o número de empregados da Usiminas será cortado em 60% — hoje são cinco mil. E a capacidade de produção será reduzida em 55%, de 9 milhões de toneladas de aço bruto para 5 milhões de toneladas.
Com o corte da Usiminas e as esperadas novas demissões da CSN, o número de pessoas que trabalham no setor e perderão o emprego nos próximos seis meses é estimado em 9.836, segundo dados atualizados até ontem pelo Instituto Aço Brasil (IABr). Desde janeiro de 2014, foram 22.260 demissões e 2.266 em layoffs (suspensão temporária de contratos). 
Há dois anos, a indústria siderúrgica empregava 122.400 pessoas. 

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