Conselheiros indicados pela CSN ao Conselho de Administração da Usiminas voltaram a receber autorização da Justiça para participarem das discussões da rival direta, menos de 24 horas depois de terem voltado a serem suspensos por desembargador em Brasília.
A juíza federal substituta da 7a vara da seção judiciária do Distrito Federal, de primeira instância, Luciana Raquel Tolentino de Moura decidiu na quinta-feira que apesar dos conselheiros serem indicados pela CSN eles são indepentendes e respondem pessoalmente por eventuais desvios de conduta.
A decisão da juíza marca a guerra judicial em torno da Usiminas, que tem até meados de julho para conseguir aprovar com credores acordos definitivos para reestruturação de dívida de cerca de 7 bilhões de reais e está sendo alvo de disputas entre seus acionistas controladores e protestos da CSN, maior acionista minoritária da empresa.
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