A Vale definiu como precipitada a ação civil pública proposta ontem (10) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), uma vez que as causas do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), “sequer foram apuradas”.
O MPMG sugeriu ação contra a Samarco e as controladoras Vale e BHP Billiton, depois que a joint venture não assinou o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que venceu na quarta-feira (9).
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