Associações de aço ao redor do mundo lançaram oficialmente um manifesto contrário ao reconhecimento da China como economia de mercado, citando o país como o principal responsável pelo excesso de capacidade global do setor atualmente. O gigante asiático espera obter essa chancela automaticamente em dezembro de 2016.
Pelo Brasil participa o Instituto Aço Brasil. Dos Estados Unidos aparecem o American Iron and Steel Institute, a Steel Manufacturers Association e o Committee on Pipe and Tube Imports; no México, a Canacero. Representando toda a América Latina está a Alacero; a América do Norte, na figura da Specialty Steel Industry of North America; e da Europa, a Eurofer.
Segundo o governo chinês, como no ano que vem será o aniversário de 15 anos desde a adesão à Organização Mundial do Comércio (OMC), a China deveria ser reconhecida como uma economia de mercado. "Nós discordamos", diz o manifesto. O documento lembra que boa parte dos efeitos que fazem do país uma economia centralizada seguirão em voga após dezembro de 2016. Para as associações, as produtoras de aço chinesas ainda possuem subsídios demais e o setor como um todo é predominantemente estatal.
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