Os diretores da Samarco, empresa responsável pela barragem que se rompeu em Mariana, na região central de Minas Gerais, poderão responder por 19 homicídios. Três meses após a tragédia, 17 corpos foram encontrados. Outros dois continuam desaparecidos.
Segundo o delegado Rodrigo Bustamante, responsável pela operação que apreendeu documentos nesta sexta-feira (5) nas sedes da mineradora, o inquérito deve apontar se os crimes foram dolosos, quando há intenção de matar, ou culposos.
— Os laudos de necrópsia foram anexados aos autos. O crime de homicídio ocorreu. Se foi na modalidade culposa ou dolosa, ao final apresentaremos.
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