Ele fez esse comentário em relação à informação de que o Departamento de Comércio dos Estados Unidos quer taxar em 7,42% aços laminados a quente exportados pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Usiminas para o país.
O porcentual corresponde ao suposto incentivo recebido pelas companhias do governo brasileiro, como conclui a investigação preliminar do órgão americano divulgada esta semana.
O processo é mais um problema para as duas siderúrgicas, que enfrentam dificuldades no mercado interno e já anunciaram demissões que podem atingir ao todo sete mil pessoas em suas usinas em Volta Redonda (RJ) e Cubatão (SP).
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