Uma multa cinco vezes mais alta por conta de descumprimento de compromissos. Essa é a punição que o MP-MG (Ministério Público de Minas Gerais) quer aplicar à mineradora Samarco (empresa que pertence à vale e à empresa anglo-australiana BHP), responsável pelas barragens que romperam em Mariana em novembro passado.
O MP informou que vai entrar na Justiça para reiterar a aplicação da multa diária de R$ 1 milhão à mineradora Samarco, por atraso na entrega de plano emergencial em caso de rompimento das barragens remanescentes. Além disso, quer a elevação desse valor para R$ 5 milhões ao dia.
As estruturas de contenção de rejeito de minério de ferro conhecidas como Santarém e Germano apresentaram danos após o rompimento da barragem de Fundão, no dia 5 de novembro do ano passado, que matou 17 pessoas. Além disso, a tragédia foi classificada como o maior desastre ambiental do Brasil.
Em nota, o MP informou que, caso essa medida não surta efeito, o órgão vai pedir a execução das penalidades.
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