A unidade brasileira do conglomerado industrial alemão ThyssenKrupp continuará focada em exportações no próximo ano, em um momento em que a economia do país caminha para ter a mais longa recessão desde os anos 1930.
No Brasil, a empresa tem metade de seu faturamento advindo da produção de aço semiacabado para exportação. No ano fiscal de 2015, que terminou em setembro, a receita cresceu cerca de 8 por cento, metade do ritmo do ano anterior, a 9,9 bilhões de reais.
"Realmente, a situação não é tão maravilhosa na região (América do Sul) e principalmente no Brasil quanto em anos anteriores", disse o presidente regional da ThyssenKrupp para América do Sul, Michael Höllermann, à Reuters.
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