quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
TURKEY IMPOSES IMPORT QUOTA FOR STEEL WIRE IMPORTS
The Turkish Ministry of Economy has announced that it has imposed an import quota of 6,000 mt for steel wire imports.
HRC TEM ALTA DE PREÇO NOS EUA MAS RECUA NA EUROPA E NA ÁSIA
Os preços de HRC (bobinas laminadas a quente) subiram 0,3% nos Estados Unidos na semana passada.
No entanto, as cotações tiveram queda na Europa e na Ásia, segundo o TSI.
Os preços médios e variação no período foram:
- Norte da Europa (€/t) 317 (-0.3%)
- Sul da Europa (€/t) 277 (-0.4%)
- Estados Unidsos (US$/t curta) 365 (+0.3%)
- Ásia (Asean Imports )(US$/t) 272 (-0.4%)
No entanto, as cotações tiveram queda na Europa e na Ásia, segundo o TSI.
Os preços médios e variação no período foram:
- Norte da Europa (€/t) 317 (-0.3%)
- Sul da Europa (€/t) 277 (-0.4%)
- Estados Unidsos (US$/t curta) 365 (+0.3%)
- Ásia (Asean Imports )(US$/t) 272 (-0.4%)
HRC PRICES GO UP IN THE U.S. BUT FALL IN EUROPE AND ASIA
HRC prices went up 0.3% last week in the U.S., but fell in Europe and Asia. The data are from the TSI.
The average prices and variation for the period were:
- Northern Europe (€/tonne) 317 (-0.3%)
- Southern Europe 277 (-0.4%)
- USA (US$/short ton) 365 (+0.3%)
- Asean Imports (US$/tonne) 272 (-0.4%)
AUSTRÁLIA PREVÊ PREÇO MÉDIO DO MINÉRIO A US$ 39
O governo da Austrália previu nesta quarta-feira que o preço médio do minério de ferro deverá ficar em US$ 39 por tonelada até junho do próximo ano, muito abaixo do ápice de cerca de US$ 190 por tonelada visto na época da forte expansão do setor.
Em maio, a previsão do governo australiano para o minério era de preço médio de US$ 48 por tonelada até junho de 2016. Nas últimas semanas, o preço da commodity despencou para o nível de US$ 37 por tonelada, eliminando em torno de 7 bilhões de dólares australianos em receita.
As mineradoras anglo-australianas BHP Billiton e Rio Tinto estão entre os maiores produtores de minério de ferro do mundo.
BRASIL AVISA A CHINA SOBRE PRESSÃO DA SIDERURGIA POR AUMENTO DA TARIFA DE IMPORTAÇÃO
Representante do governo brasileiro avisou à China que o setor siderúrgico brasileiro pressiona por aumento de tarifas alegando enxurrada de importações de aço, e que na semana que vem serão completados um diagnóstico e recomendações sobre essa situação. O tema foi discutido entre o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Fernando de Magalhães Furlan, e o vice-ministro chinês do Comércio, Wang Shouwen, à margem da Conferência Ministerial da OMC.
Furlan, que preside o grupo interministerial da indústria do aço, não deu qualquer indicação do que poderá ser feito, nem de que o setor será atendido com alta de alíquota para frear importações. Mas ele admitiu depois ao Valor que uma possibilidade em exame, para ajudar o setor, é estimular o uso de uma linha de crédito do BNDES para a indústria investir na descarbonização da economia. Para ele, isso tem efeito imediato, com os novos equipamentos reduzindo o custo da energia, por exemplo.
CRISE LEVA SIDERÚRGICAS A DEMITIREM 22 MIL PESSOAS
A situação do setor siderúrgico no Brasil levou à paralisação de dezenas de unidades operacionais - de altos-fornos a unidades de laminação e até minas de ferro - e a demissão de 22 mil pessoas, segundo informação do jornal "Valor Econômico".
O consumo de aço no país, ao longo do ano, foi se deteriorando mês a mês, fruto da retração de demanda por parte dos principais consumidores: indústria automotiva, construção civil, bens de capital e bens eletrodomésticos. Juntos, eles respondem por 87% do total consumido.
Com o agravamento da crise, há pouco mais de uma semana o grupo Gerdau demitiu 120 pessoas da sua força de trabalho na Bahia, onde paralisou uma usina de aço longo da companhia. Neste mês, a Usiminas começou a desligar suas coquerias na unidade de Cubatão (SP) e o desligamento de funcionários da usina, dentro de seu plano de parar toda a produção de aço bruto da antiga Cosipa até o fim de janeiro. A previsão é desligar todas as unidades, com demissões de quatro mil pessoas diretas e indiretas, mantendo em operação no local só atividades de laminação.
A Cia. Siderúrgica Nacional (CSN), conforme informações obtidas pelo Valor, deve anunciar nos próximos dias se fará, a partir de janeiro, uma operação de abafamento do alto-forno 2 da usina de Volta Redonda (RJ), pelo prazo mínimo de um ano, ou só uma paralisação por três meses e aproveitar para realizar manutenção das instalações. Janeiro a março é o período mais crítico do mercado de aço no país. Em 2016, com a crise política do país, pode se agravar.
Se optar pelo abafamento, que abrange a paralisação paralela de unidades de coqueria, sinterização e até aciaria, a empresa pode ter de cortar pelo menos 30% da força de trabalho direta e indireta, que atualmente é de mais de 10 mil pessoas. Além disso, a CSN deverá rever uma série de contratos com seus fornecedores de materiais, insumos e serviços.
O setor não vê outra saída, no cenário atual, para amenizar a crise de vendas locais, a não ser uma medida emergencial para garantir o mercado interno que ainda resta às empresas. Essa é a avaliação de Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil, entidade que reúne as fabricantes de aço locais. Ele evitou falar sobre casos específicos das companhias do setor.
"É uma proteção de caráter emergencial", observou Lopes, explicando que o mundo siderúrgico vive um surto protecionista e o Brasil não pode ficar fora desse movimento, correndo o risco de ter seu já minguado mercado invadido por todos os lados. Ele informou que aço importado - apesar da queda que se verifica, fruto principalmente da retração do consumo local e muito pouco por causa do câmbio - já tem uma participação de mais de 15% no consumo aparente do país. Isso equivale a 3 milhões de toneladas.
CSN ESTUDA ABAFAMENTO DE ALTO-FORNO DE VOLTA REDONDA, DIZ JORNAL
A Cia. Siderúrgica Nacional (CSN), conforme informações obtidas pelo Valor, deve anunciar nos próximos dias se fará, a partir de janeiro, uma operação de abafamento do alto-forno 2 da usina de Volta Redonda (RJ), pelo prazo mínimo de um ano, ou só uma paralisação por três meses e aproveitar para realizar manutenção das instalações.
Janeiro a março é o período mais crítico do mercado de aço no país. Em 2016, com a crise política do país, pode se agravar.
Janeiro a março é o período mais crítico do mercado de aço no país. Em 2016, com a crise política do país, pode se agravar.
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